De la Magia al Derecho y de regreso a la Magia:

la insurgencia de lo sagrado femenino salvaje como reencantamiento de los movimientos de mujeres

Autores

DOI:

https://doi.org/10.46752/anphlac.41.2026.4303

Palavras-chave:

derecho; religión; feminismo.

Resumo

Proponemos una genealogía simbólica del derecho defendiendo que el fenómeno jurídico es heredero de la palabra encantada (magia) y del verbo sagrado (religión), y no solo de la racionalidad moderna. Trazamos un recorrido de la magia a la religión hasta llegar al derecho, con base en la sociología y la antropología de la religión. Sostenemos que los movimientos sociales (organizados en torno a demandas de derechos) reivindican racionalidad y laicidad, pero reescenifican dinámicas mágicas y religiosas a través de sus ritos, consignas y liturgias. En el caso específico de los movimientos de mujeres y feministas, esta religiosidad resurge en la reapropiación del “sagrado femenino”. Concluimos que el "retorno de la Diosa" simboliza el reencantamiento del mundo, y que las nuevas espiritualidades y las políticas de lo femenino son expresiones de una juridicidad mística y afectiva, donde la norma (nomos) y lo sagrado (numen) se reconectan.

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Publicado

2026-07-27

Como Citar

Santiago Franchini, B., & Rodrigues Kinchescki, D. (2026). De la Magia al Derecho y de regreso a la Magia:: la insurgencia de lo sagrado femenino salvaje como reencantamiento de los movimientos de mujeres. Revista Eletrônica Da ANPHLAC, 26(41), 145–173. https://doi.org/10.46752/anphlac.41.2026.4303