Marxist interpretations of the Mexican Revolution
a debate between Adolfo Gilly, Arnaldo Córdova, and Enrique Semo
DOI:
https://doi.org/10.46752/anphlac.41.2026.4299Keywords:
Mexican Revolution, Latin American thinking, MarxismAbstract
This article analyzes the interpretations of three Marxist authors on the Mexican Revolution: Adolfo Gilly, Arnaldo Córdova, and Enrique Semo. Belonging to the revisionist strand of Mexican historiography, the three authors share a common Marxist framework and converge in their critique of the official narrative that presented the Mexican Revolution as a fully successful and popular process, emphasizing, on the contrary, its limits, contradictions, and class conflicts. However, their interpretations diverge on central aspects, such as the character of the Revolution, the role of the peasantry and the proletariat as revolutionary subjects, and the nature of the post-revolutionary state. By placing these perspectives in dialogue, the article contributes to the debate on the plurality of Latin American Marxism and its analytical limitations.
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